Morte por afogamento é rápida e silenciosa

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A morte acidental nas crianças e jovens por afogamento ainda é, lamentavelmente,  frequente. 

Em Portugal, nos meses de junho, julho e agosto, esta é a 2ª causa de morte infantil.  Nos últimos 15 anos ocorreram 238 afogamentos com desfecho fatal em crianças e jovens. As crianças que sobrevivem podem ficar com lesões neurológicas permanentes, com impacto a diferentes níveis (saúde, sociais, económicos). A qualidade de vida da criança e da família fica muitas vezes comprometida.

Há que ter em conta que o afogamento é um acontecimento muito rápido, silencioso e que acontece em muito pouca água. Alguns segundos são suficientes para uma criança se afogar. Uma criança pequena afoga-se em menos de um palmo de água. A criança não faz barulho e não pede ajuda: afoga-se em completo silêncio.

A APSI – associação para a promoção da segurança infantil de Portugal – publicou no seu sítio na internet folhetos informativos sobre este grave problema. Destacamos o folheto “brincar na água em segurança.”

Consulte e partilhe esta informação. Pode salvar muitas vidas!

 

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